Mostrando postagens com marcador Previdência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Previdência. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Adilson Araújo: Golpistas anunciam o pacote do retrocesso e da desordem

O pacote de horrores do governo golpista presidido por Temer contra a classe trabalhadora, anunciado terça-feira, 24, pelo ministro dos banqueiros, Henrique Meirelles, confirma a denúncia que a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) vem fazendo sobre o caráter de classe do golpe de Estado em curso no Brasil. Não foi à toa que os golpistas contaram com apoio praticamente unânime e farto financiamento do empresariado.
O golpe veio sob medida para servir os interesses dos grandes capitalistas, nacionais e estrangeiros, e impor o retrocesso neoliberal. A classe trabalhadora é seu principal alvo. A burguesia e seu governo ilegítimo estão determinados a reduzir investimentos em saúde, educação, previdência, assistência social, flexibilizar e suprimir direitos sociais, abrir caminho à terceirização ilimitada da economia, privatizar, entregar o pré-sal ao capital estrangeiro e acabar com a CLT.

“Beneficiar capitalistas rentistas e financistas”
Tem razão o ilustre economista e ex-ministro Bresser Pereira quando diz que o objetivo maior do golpe é o “corte de direitos”. A política de austeridade fiscal do governo ilegítimo prevê uma redução de 1,5% a 2% do PIB nos gastos e investimentos públicos e o congelamento do valor real das despesas públicas, que não podem crescer acima da inflação. Pretende-se ainda a ampliação (para 50%) da Desvinculação das Receitas da União (DRU).
Isto vai significar, se consumado, diminuição das verbas destinadas à saúde, educação, habitação, previdência e assistência social. Conforme assinalou Bresser Pereira o corte de direitos viria através de quatro reformas anunciadas pelos golpistas: “a desvinculação das despesas com educação e saúde da receita e teto para elas; autorização para que os acordos sindicais prevaleçam sobre a legislação trabalhista; desvinculação de benefícios sociais do salário mínimo e definição da idade mínima para a Previdência”.
Ressalte-se em relação à Previdência Social que se trata do maior programa de distribuição de renda em prol dos mais pobres no Brasil e na América Latina, que beneficia diretamente cerca de 20 milhões de trabalhadoras e trabalhadoras e suas famílias. Os trabalhadores rurais, que se aposentam aos 60 anos por determinação da Constituição Cidadã de 1988, correm o risco de perder este direito e serão duramente atingidos pela fixação da idade mínima de 65 anos, idade à qual muitos não chegam.
O objetivo do pacote de horrores, que a esta altura só os néscios não enxergam, “é beneficiar os capitalistas rentistas e financistas – os grandes vitoriosos do momento – para que paguem menos impostos”, nas palavras do ex-ministro. “É reduzir os salários diretos e indiretos”, acrescentou. Os lucros capitalistas aumentarão, os funcionários públicos, que já estão arrochados, sofrerão ainda mais. O pretexto é a crise fiscal e o argumento, falso, é de que a Constituição de 1988 não cabe no PIB porque assegura direitos trabalhistas e previdenciários em demasia.

Compromisso com os credores é sagrado
O pacote de Meirelles foca apenas a redução dos gastos classificados como primários, que excluem o pagamento dos serviços da dívida público. Estes consomem cerca de 50% do Orçamento da União, que destina a outra metade à Previdência, educação, saúde, seguridade, transferências a estados e municípios, funcionalismo, habitação, ministérios e outras despesas. A conta não fecha por causa do pagamento excessivo dos juros. Mas o compromisso do governo com os banqueiros e credores é sagrado e ponto final, não se fala nisto. Como já disse um ex-ministro dos governos Lula e Dilma Meirelles é um velho vassalo da aristocracia financeira.
Para enfrentar a crise fiscal é preciso reduzir substancialmente a taxa de juros, reestruturar a dívida pública, combater a sonegação e realizar uma reforma tributária progressista que desonere o trabalho e tribute mais o capital financeiro, aumente o imposto sobre heranças, os lucros (sobretudo os obtidos com a especulação financeira) e taxe as remessas de lucros e dividendos ao exterior. A crise, aqui como em todo o mundo, é uma produção do capitalismo e dos capitalistas e lutaremos para que seja paga pelos ricos.
O pacote também retira recursos do BNDES, enfraquecendo-o; prevê a extinção do Fundo Soberano e muda as regras do pré-sal, acabando na prática com o Fundo Social que seria formado com base nos lucros resultantes da exploração do petróleo. Em relação ao BNDES destaca-se a antecipação do pagamento de R$ 100 bilhões de empréstimos feitos pelo Tesouro Nacional para viabilizar Programa de Sustentação dos Investimentos (PSI).

Desordem e retrocesso
Tais iniciativas, coerentes com a ideologia neoliberal do “Estado mínimo”, contribuirão para reduzir ainda mais a taxa de investimentos na economia, agravando a crise e dificultando a retomada do crescimento, que é essencial para aliviar o drama do desemprego e aumentar a arrecadação do setor público.
Com as mudanças no regime de partilha e redução da participação da Petrobras na exploração os lucros do pré-sal deixarão de ser investidos na educação e saúde do povo brasileiro e serão automaticamente transferidos aos cofres das multinacionais do petróleo – cumprindo-se deste modo o compromisso que o golpista José Serra assumiu com a Chevron (petroleira estadunidense) e foi revelado pelo Wikileaks.
De acordo com a presidenta Dilma se o pacote for aprovado teremos “o maior retrocesso da história da educação brasileira desde a Constituição de 1988”. Em vez de “ordem e progresso”, conforme sugere o arcaico slogan dos golpistas, veremos “desordem e retrocesso”.
O governo sem voto da burguesia branca, recheado de políticos fichas-sujas, sem negros nem mulheres no primeiro escalão, não tem legitimidade para impor o projeto que, pela quarta vez consecutiva, foi derrotado nas urnas em 2014. Embora seja aplaudido pela burguesia e sua mídia golpista e, hoje, tenha apoio no Congresso mais conservador da nossa história desde o golpe militar de 1964, o golpe não conta com respaldo popular e será contestado pela classe trabalhadora nas ruas.
Vamos intensificar o trabalho de conscientização e mobilização das nossas bases e garantir o sucesso das manifestações convocadas pela Frente Brasil Popular (FBP). Vai ecoar forte de Norte a Sul do país o grito mais ouvido na Virada Cultural de São Paulo: NÃO AO GOLPE, FORA TEMER. Soa como música aos ouvidos mais atentos da nossa classe trabalhadora. A luta continua, não tem trégua nem conciliação.

Adilson Araújo, presidente nacional da CTB

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Salário mínimo ideal é de R$ 3.240,70

Pesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) revela que, para sustentar uma família de quatro pessoas, o salário mínimo, em setembro, deveria ser de R$ 3.240,27. O valor é 4,11 vezes maior do que o atual, de R$ 788,00.

O estudo é feito todos os meses e utiliza como cálculo a cesta básica mais cara entre as 18 capitais pesquisadas. Em setembro, o maior valor foi verificado em Porto Alegre (R$ 385,70). 

A remuneração mínima deve atender as necessidades básicas como moradia, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e Previdência Social. 

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Congresso do BNB começa hoje

Tudo pronto para o 21º Congresso Nacional dos Funcionários do BNB. O evento ocorre sexta-feira e sábado (24/07 e 25/07), no Onda Mar Hotel, em Recife (PE). A abertura é às 8h com o credenciamento. 

Os funcionários do Banco do Nordeste têm muito a discutir, afinal os problemas nas agências são inúmeros. Destaque para condições de trabalho, jornada e ampliação da mão de obra. 

Outros destaques são remuneração, PLR (Participação nos Lucros e Resultados) Social, saúde e Previdência. Os participantes também serão divididos em quatro grupos com assuntos específicos.

O encontro será o momento de votar e aprovar as reivindicações específicas a serem tratadas com a direção do BNB durante as negociações da campanha salarial. 

É fundamental que todos os empregados vistam a camisa da mobilização, pois, muito provavelmente, a estagnação da economia será uma desculpa para não atender as solicitações. 


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Caixa apresenta proposta de incorporação do REB ao Novo Plano da Funcef


A Funcef apresentou nesta quinta-feira (30), durante reunião da mesa de negociação permanente, em Brasília (DF), proposta de metodologia elaborada por um grupo tripartite formado por representantes da Fundação, Caixa e Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), para viabilizar a incorporação do REB pelo Novo Plano. Na oportunidade, o presidente da Funcef, Carlos Caser, informou que a proposição já foi aprovada na semana passada pela Diretoria Executiva da Fundação e será colocada em votação na reunião do Conselho Deliberativo, agendada para a próxima quarta-feira, dia 5 de novembro.

A apresentação da proposta a ser avaliada pela Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa) foi uma das conquistas da campanha salarial 2014. “Essa é uma reivindicação dos trabalhadores desde 2006, quando foi implementado o Novo Plano. Ao longo desses anos, são quase 13 mil participantes que estão acumulando prejuízos, porque poderiam estar em um plano de benefício melhor”, frisou a coordenadora da CEE/Caixa, Fabiana Matheus.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Ministros do TST são contra terceirização


A maioria esmagadora dos ministros do TST (Tribunal Superior do Trabalho) é contra o projeto de lei 4330, que regulamenta a terceirização. No total, 19 dos 26 juizes assinaram ofício com críticas severas à proposta. O documento foi enviado para a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara Federal, que pode votar o PL nesta terça-feira (03/09).

De acordo com a carta, “a diretriz acolhida pelo PL 4.330, ao permitir a terceirização para toda a economia e a sociedade, certamente provocará gravíssima lesão social de direitos sociais, trabalhistas e previdenciários no país”.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

30 de agosto é dia de luta, todos às ruas


As Centrais Sindicais convocam os trabalhadores para o dia nacional de paralisação em 30 de agosto, pois o governo federal se recusa a negociar a Pauta Trabalhista.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Pelo trabalhador centrais vão parar o Brasil em 11 de julho

 As oito centrais sindicais do país se reuniram nesta terça-feira (25), em São Paulo, para anunciar uma decisão histórica: deflagrarão uma série de paralisações por todo o Brasil no dia 11 de julho, com o propósito de pressionar o governo e o empresariado a aprovar a pauta de reivindicações da classe trabalhadora.

Estiveram reunidas a Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), União Geral de Trabalhadores (UGT), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), CSP-Conlutas e Força Sindical (FS).

Oito centrais sindicais 
(CTB, CUT, FS, Conlutas, NCST, CGTB, UGT e CSB)
unificam pauta dos trabalhadores

domingo, 28 de agosto de 2011

Negociação deixa categoria em alerta

A próxima semana é de expectativa para os bancários. É que com a realização da primeira rodada de negociação com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), na terça e quarta-feira (30 e 31/08), a categoria vai ter a chance de fazer o primeiro diagnóstico da campanha salarial. 

Antes, na segunda-feira (29/08), às 15h, em São Paulo, o Comando Nacional se reúne para definir as estratégias dos debates sobre emprego e cláusulas sociais. A categoria sabe que os banqueiros vão dificultar o processo negocial, principalmente com a tensão na economia mundial, mas a Bahia vai com força total e quem representa o Estado é o presidente do Sindicato, Euclides Fagundes.

Também na próxima semana, na sexta-feira (02/09), acontece a primeira negociação específica da Caixa, em Brasília. No centro dos debates, Funcef, Prevhab, aposentados e segurança. O vice-presidente do SBBA, Augusto Vasconcelos, participa da reunião.    

Simultaneamente às negociações, os bancários de todo o país intensificam as mobilizações. Na Bahia, as visitas às agências continuam firmes durante toda a semana. A intenção é tornar o movimento mais forte e atrair ainda mais a população, que vem demonstrando simpatia e apoio à luta da categoria.



quinta-feira, 29 de abril de 2010

FUNCEF: Vice presidente da Fenag renuncia e apóia Chapa 3


Iniciada a votação para eleição da Funcef, o fundo de pensão dos empregados da Caixa, a campanha segue a todo vapor.

É forte o sentimento e a vontade de mudança entre os participantes e, a cada dia a Chapa 3 - A Chapa dos Associados, recebe mais e mais manifestações de apoio, de todos os segmentos, pós-98, gerentes, participantes do Reg/Replan, aposentados, etc.

A decisão promete ser contada voto a voto, portanto, a participação de cada um é mais do que importante.

Essa semana, o vice-presidente da Fenag (Federação dos Gestores da Caixa), Paulo Roberto Alves Pereira, o Paulão, renunciou ao cargo naquela entidade, corajosamente manifestando seu desejo de mudança e seu voto na Chapa 3.

Abaixo, seguem duas mensagens do Paulão, a renúncia à Fenag e o pedido para que todos votem na Chapa 3.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Funcef: Agora é a vez dos associados


A Chapa dos Associados vai tornar a Funcef mais humana e com a cara de quem realmente trabalhou para transformar a entidade no terceiro maior fundo de pensão do Brasil e um dos maiores da América Latina. Formada por empregados da Caixa que acompanham a rotina da Funcef e conhecem de perto os anseios e insatisfações dos participantes, a Chapa 3 vai fazer a diferença nessa eleição, levantando a bandeira de que os associados dessa vez terão lugar garantindo na próxima gestão.

O entendimento é de que a eleição não vai ser fácil, de um lado a atual diretoria com alto investimento para fazer a campanha e do outro os associados que querem virar esse jogo. Por isso, a Chapa dos Associados vai ser firme e lutar até o fim para tornar a Funcef mais democrática, autônoma e transparente.

De 26 de abril a 6 de maio, por uma Funcef democrática, autônoma e transparente, vote Chapa 3 - A Chapa dos Associados.

Acesse o site da Chapa 3

Conheça os candidatos

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Federação promove encontro para debater PAC Itaú Unibanco

A Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe e o Sindicato dos Bancários da Bahia, diante das dúvidas em torno no plano de aposentadoria dos funcionários do Itaú,  agendaram  para o dia 23 de Fevereiro, às 19h, no auditório do SBBA, em Salvador, uma reunião com a diretoria de Previdência do Banco Itaú Unibanco para tratar do novo plano Itaubanco CD. Têm direito ao PAC (Plano de Aposentadoria Complementar) os funcionários admitidos até 31 de julho de 2002.


 

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Ampliar a luta em defesa da Previdência Pública


Nei Rios*


Em uma sociedade dividida em classes, é fundamental a garantia, no mínimo, dos direitos básicos da classe menos favorecida, explorada.

A previdência pública é universal, enquanto a complementar é optativa. É função do Estado a universalização do benefício. Garantindo, inclusive, para aqueles que não tiveram igualdade de oportunidade para cumprir o tempo de trabalho necessário. Por exclusão da própria sociedade, envelheceram, o “Deus” Mercado não os aceitou de volta, e não podem ficar desamparados.

E a complementar, conflita com a pública, universal?

Há um conflito entre a previdência pública e a privada, quando esta se transforma em “salvação” da classe média. Quando os trabalhadores que garantiram este direito transformam-no em bandeira prioritária de sua luta e abandonam a garantia universal através da Previdência Pública, o conflito se reafirma.

Nas agendas da esmagadora maioria dos sindicatos, em que suas bases possuem trabalhadores com complemento de aposentadoria por Fundos de Pensão, não há espaço para a luta em defesa da Previdência Pública.

Fim do Fator Previdenciário: é preciso mobilizar

Está em debate o fim do fator previdenciário, através do Projeto de Lei do senador Paulo Paim (PT-RS), já aprovado no Senado. A proposta tramita na Câmara dos Deputados e precisa entrar na pauta do movimento sindical.

Os sindicatos, por natureza, focam suas ações naquelas que mobilizam suas bases. É legítimo. O que não é legítimo é restringir suas ações ao corporativismo, com visão economicista, sem vincular a exploração de uma categoria à exploração de uma classe.

Ao contrário das questões específicas, a Previdência Pública é uma importante bandeira que, entre outras, unifica as bases de um sindicato, além de unificar a luta de sindicatos de bases diferentes. Une os trabalhadores do campo e da cidade. Une os bancários do Banco do Brasil aos do Bradesco; une bancários a metalúrgicos; petroleiros a garis; une, une e unifica.

Quando vamos iniciar a união dos trabalhadores para pressionar os Deputados Federais a votarem favoráveis ao Projeto de Lei do Senador Paim?

Às vésperas de ano eleitoral, elaborar placar com o posicionamento dos deputados de nossa cidade, fazer abaixo assinados para encaminhar a estes, divulgar na imprensa local e do sindicato a opinião deles, pode contribuir para a darmos fim ao Fator Previdenciário, mais uma mazela do Governo Fernando Henrique.

Portanto, mãos à unidade!

Antonio Carlos Lima (Nei) Rios é bancário do Banco do Brasil, ex-presidente do Sindicato dos Bancários de Feira de Santana, Bahia.


sábado, 30 de maio de 2009

Revisão da Lei 8.213/91


José Barberino*



Em 28 de abril de 2009 aconteceu no Auditório nº 13, Anexo II, da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), na passagem do Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidente e Doenças do Trabalho, o Seminário sobre Saúde do Trabalhador, solicitado pelos Deputados Ricardo Berzoini (PT-SP), Pepe Vargas (PT-RS) e Jô Morais (PCdoB-MG), com apoio de seis Centrais Sindicais: CTB, Força Sindical, CUT, CGTB, NCST e UGT, onde foi debatido a revisão da Lei 8.213/91, que estabelece e regulamenta os benefícios da Previdência Social.


Está previsto para o dia 09 de junho deste ano, provavelmente em São Paulo , a realização de seminário nacional para ser discutido o Anteprojeto de Revisão da Lei 8.213/91. Em razão disto estamos convocando todos do movimento sindical, do controle social e demais para debatermos e elaborarmos propostas para que possamos encaminhá-las ao seminário nacional.


Sugerimos pesquisar as propostas aprovadas pela 3ª Conferencia Nacional de Saúde do Trabalhador referentes à Previdência Social e Saúde do Trabalhador.


É de suma importância que nos apropriemos deste debate.


*José Barberino é diretor de assuntos de saúde do Sindicato dos Bancários da Bahia e colaborador do Bancários Classistas

Mais vistos

Arquivo

  ©Template by Dicas Blogger.

TOPO