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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Itaú expõe bancários de agência digital

O Itaú volta a desrespeitar à CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) e tem exposto gerentes e demais funcionários de agências digitais através da divulgação de ranking de quem vendeu mais, enviado por e-mail e fixado em murais.

Os empregados que não correspondem as expectativas do banco, ou seja, que não atingem as metas absurdas, sofrem assédio moral. Os casos são de constrangimento durante o expediente ou por meio de mensagens via e-mail ou celular.

Há relatos ainda de que os intervalos são suspensos nas agências digitais, caso as metas não sejam batidas. Tanta pressão tem provocado o adoecimento dos bancários, que mesmo assim são cobrados a comparecer ao trabalho. 

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Não avança negociação com Santander

A direção do Santander e a COE (Comissão de Organização dos Empregados) se reuniram nesta quarta-feira (18/11), em São Paulo, para tratar de questões específicas. Sobre contratações e fim da rotatividade, nada avançou. Segundo denúncias, alguns gestores obrigam os funcionários a darem saída no ponto e voltar a trabalhar. O banco informa que trabalha para solucionar o problema.

O diretor do Sindicato dos Bancários da Bahia (CTB), Adelmo Andrade, presente no encontro, ressalta que os trabalhadores denunciaram a cobrança de metas a qualquer horário, principalmente pelo WhatsApp, e a direção da empresa disse que vai se dedicar para resolver.

Sobre a redução de juros e tarifas, inclusive para funcionários, o banco ficou de avaliar e dar retorno depois. A isenção de tarifas para funcionários e aposentados também está na pauta.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Caixa desrespeita a greve legítima

Ao invés de tratar a campanha salarial com seriedade, sentar à mesa para negociar e atender à pauta de reivindicações dos empregados, a Caixa desrespeita o direito legítimo de greve.

Sem o menor pudor, a superintendência do banco assedia os gerentes e cobra o cumprimento de metas, mesmo no período de paralisação. Prática antissindical, que fere o direito do empregado de participar do movimento paredista.

A pauta específica da Caixa é extensa. Com muitas pendências. Mesmo assim, a instituição financeira segue o script dos outros anos e espera posicionamento da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) para só então se pronunciar, o que deve acontecer nesta quinta-feira (22/10). 

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